sábado, 16 de março de 2019

Semana da leitura na Biblioteca Escolar da Várzea

De 11 a 15 de março celebrou-se a Semana da Leitura na Biblioteca Escolar da Várzea de Sintra. Eis o cartaz e as atividades realizadas de acordo com a programação.

A Semana da Leitura iniciou-se na biblioteca com a abertura da Feira do Livro Inglês - English Book Fair - que decorreu até dia 15 de março.


Ao longo da semana, nas horas curriculares de inglês, a professora Sandra Tomé fez a atividade de Storytelling com as suas três turmas (3.º A,  4.ºA e B) com a história The Clever Rabbit: Foram momentos lúdicos de aprendizagem da língua estrangeira bastante divertidos que encheram a biblioteca de "dizzy wolves".



No dia 12 de março, pelas 9 da manhã, recebemos a compositora e tradutora Ana Stilwell, mãe das gémeas Carminho e Madalena, do núcleo de desenvolvimento. O encontro decorreu numa das salas do núcleo, porque a biblioteca estava ocupada com a feira do livro inglês. Aprendemos a afinar a voz, cantámos e ouvimos ler Um Livro de Sentimentos, de Amanda Mccardie, que a nossa convidada traduzira. Depois, à hora do lanche, bebemos chá e comemos uma fatia de bolo. Um dia inesquecível! Obrigada, Ana!


À tarde, as Histórias Trampolim desceram à sala 2 do JI da Várzea onde, pela voz da professora bibliotecária e da professora Ana Rita Brandão, Há um monstro no teu livro! pôs todas as crianças em sonora euforia.



Na quarta-feira, 13, foi a vez do desafio de leitura em voz alta - Depressa e bem, alto e a bom som - chamar ao ginásio todos os núcleos: primeiro vieram os mais pequenos, depois os mais crescidos. Todos os voluntários leram aos colegas lengalengas e "destrava línguas" divertidos. Mas nem só as crianças participaram: professoras e assistentes operacionais foram convidadas a uma leitura inesperada. O júri, constituído pelas AO Belinha, Mina, Violeta e Sissi, e usando o sistema de smiles do desfile de Carnaval, foi unânime em considerar que todos foram brilhantes e que há que repetir a atividade, até porque um grupo do núcleo de desenvolvimento fora para a floresta e não pôde participar. Houve até quem tivesse sugerido outros temas para as leituras...











Manhã de quinta-feira, 14, foi hora de a Várzea parar para ler, à semelhança do que aconteceu um pouco por todo o país, respondendo ao repto lançado pela RBE. A paragem aconteceu com um Rodízio de Leituras: cada professor escolheu uma história e foi lê-la e fazer uma atividade a um grupo que não o seu. Foi assim que o Olharapo assustou criancinhas; que Um bicho estranho andou pela escola; que os animais da quinta invadiram a sala da iniciação; que o Monstro das Festinhas foi acarinhado pelas crianças; que o Fulano F visitou a escola; que a sala 3 encontrou uma Pequena coruja perdida; que houve Guisado de Dragão para abrir o apetite ao 4.º ano; e que a leitura chegou à rua com a Escola da Floresta. Um rodízio bem recheado de leituras! Obrigada a todos por este momento de partilha!









No intervalo foi inaugurada a Biblioteca de Rua, sob a responsabilidade das monitoras da biblioteca, coordenadas pela monitora bibliotecária, Inês G.. Um sucesso!





Depois do almoço, um grupo de crianças, devidamente autorizadas pelos encarregados de educação, participou na gravação do spot publicitário “Miúdos a votos”, realizado pela Visão Júnior na biblioteca da Várzea. 

A Semana da Leitura terminou em grande com a votação no âmbito do concurso  "Miúdos a votos". Participaram na votação 160 dos 170 alunos de 1.º ciclo da EB da Várzea, tendo sido eleito como o mais "fixe" o livro de Pedro Seromenho Porque é que os animais não conduzem?



Durante a semana, as atividades de tempos livres da biblioteca incluíram a pintura pelas crianças de um painel com os projetos em curso, como as "Histórias Trampolim","Vai à Biblioteca que isso passa" ou a "Tertulinha" e que está agora afixado na porta.



sexta-feira, 15 de março de 2019

Miúdos a Votos

Desde a preparação da campanha à votação, a 15 de março, passando pela campanha em si, foi indispensável o empenho de todas as crianças e a disponibilidade dos professores e AO para que tudo corresse tão bem como correu. Foram duas as obras escolhidas para a campanha levada a cabo por dois grupos de alunas do núcleo de desenvolvimento: O Cuquedo, de Clara Cunha, e Porque é que os animais não conduzem?, de Pedro Seromenho. Se a primeira beneficiou das artes costureiras da A.O. Belinha, a segunda teve o privilégio de um dos seus cartazes ser autografado pelo próprio autor.







Das 170 crianças do 1.º ciclo da EB da Várzea, votaram 160 e apenas 1 voto foi considerado nulo.




Porque é que os animais não conduzem? ficou em primeiro lugar e o Cuquedo em segundo.

Aguardamos agora a classificação a nível nacional.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Histórias Trampolim... de janeiro a fevereiro 2019



Entre janeiro e fevereiro, as Histórias Trampolim levaram a Joaninha Vaidosa, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, às salas do pré-escolar do JI do Ral, Várzea e Lourel a fim de os alunos participarem no concurso de desenho "Uma Aventura Literária", da Editorial Caminho. Com a leitura de A Raposa Azul, a par da coleção "Uma Aventura", das mesmas autoras, foi a vez de este projeto incentivar a participação de alguns núcleos da Várzea no mesmo concurso, quer com desenho (iniciação, consolidação e desenvolvimento) quer com texto livre (desenvolvimento).






No âmbito da articulação  da biblioteca com o projeto Escola da Floresta, as Histórias Trampolim levaram Arrumado, de Emily Gravett até às salas de Jardim de Infância do Ral, Várzea e Lourel bem como ao núcleo de iniciação. Depois da história, as crianças ordenaram a história, identificaram os animais nela intervenientes e ajudaram o Texugo Pedro a reflorestar a floresta que tinha destruído. 









No núcleo de iniciação, recontou-se oralmente a história. Eis a transcrição do reconto oral feito pelo Eduardo:

Era uma vez um texugo muito arrumado e olhou assim para a floresta: “Umh, isto está um bocado desarrumado!” E começou a arrumar as folhas, tudo em sacos, tudo num monte de sacos de folhas. E depois pensou assim: “Acho que vou arrancar as árvores para ficar mais limpa.” Arrancou muitas árvores, muitas, muitas, muitas. E depois começou a chover muito. Ele teve de ir num barco com um guarda-chuva. E depois, quando parou de chover, havia muita lama, lama, mais lama e mais lama. E depois, ele decidiu chamar betoneiras, escavadoras e demolidoras para tapar aquilo tudo com cimento. E depois, ele tapou tudo, tudo, tudo o que tinha lama.
E depois foi a caminhar até à sua casa quando queria ir dormir. E depois, a sua casa estava com cimento. Andou às voltas à procura de comida para jantar e, depois, decidiu dormir na betoneira sem jantar.
E depois, pensou assim: “Umh, acho que o que eu fiz não está muito bem!” e pediu ajuda aos animais e arranjou tudo de novo, as plantas; trouxe as árvores de volta; espalhou as folhas…
E no final fizeram um piquenique.
E vitória, vitória, acabou-se a história.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Plasticologia Marinha - uma nova ciência na educação ambiental e para a saúde

     A Biblioteca Escolar da Várzea de Sintra orgulha-se de ter conseguido trazer a todas as crianças do 1.º ciclo do agrupamento as oficinas de Plasticologia promovidas pelo Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul. As sessões decorreram na escola-sede entre os dias 19 de fevereiro e 11 de março; na EB1 de Lourel, entre os dias 20 e 22 de fevereiro; e, na Várzea, de 25 a 27 de fevereiro. 
    A qualidade da informação apresentada e a simplicidade e criatividade das atividades propostas, aliadas à simpatia da bióloga Joana Soares rapidamente converteram as nossas crianças em "embaixadores dos oceanos" levando-os a conhecer os riscos do plástico na cadeia alimentar e a apostar numa mudança de atitude para garantir um desenvolvimento sustentável. 
    Pretende-se assim constituir uma geração azul, literata no oceano, isto é, que compreenda a importância que o oceano tem para a humanidade; que comunique de forma informada e clara sobre o oceano; e que decida de maneira consciente e responsável sobre questões relacionadas com o oceano e o uso dos seus recursos. 
    As animações, as explicações, as experiências com lixo marinho e microplástico lançaram o repto.   Esperamos agora que os novos "embaixadores do oceano" cumpram bem a sua missão de futuro!







CyberSegurança - Dia da Internet Segura

A 5 de fevereiro celebrou-se o Dia da Internet Segura. Na BEVS esteve patente uma pequena exposição de conselhos e bandas desenhadas alusivas à Cybersegurança disponíveis no sítio da SeguraNet. Ao longo de mês de fevereiro, durante os intervalos e em sessões planeadas com os docentes, as crianças do 4.º ano receberam formação sobre o uso seguro e responsável da Internet. Houve pequenos filmes e jogos para fazer em Kahoot. Aqui deixamos mais:

















terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Pedro Seromenho na EB da Várzea

Pedro Seromenho esteve, hoje, de visita à EB da Várzea. Foi recebido na biblioteca pelas professoras Rita e Cristina e, logo de seguida, no ginásio, pelos núcleos de Iniciação, Consolidação 1 e À Descoberta. Mais tarde, numa segunda sessão, foi a vez dos núcleos de Consolidação 2 e de Desenvolvimento partilharem das suas palavras poéticas e das suas histórias e experiências como escritor e ilustrador.
Porque é que os animais não conduzem?, O meu avô consegue voar, o Palhaço Avaria e A fuga da ervilha foram os quatro livros que mais encantaram as crianças. Os trabalhos realizados nas aulas decoraram o ginásio e o autor pôde apreciar o empenho com que os professores/educadores e as crianças os realizaram. As histórias, contadas pela voz do autor, ganharam outro encanto e as personagens tornaram-se mais reais e enternecedoras. As crianças ouviram, riram, cantaram e até "ginasticaram" ao som das histórias e poemas cantarolados pelo artista.
Entre sessões, houve tempo para um lanchinho onde não faltaram as Queijadas do Preto ou os Travesseiros da Piriquita, sem desconsiderar a magnífica tarte de laranja da professora Rita... ou o bolo de avelã da professora Anabela... ou o bolo vegan da professora Flávia. E porque o Pedro passou por Tavira na sua infância, também marcaram presença os figos da Serra do Caldeirão ou os bolinhos de alfarroba sem glúten trazidos pela professora Cristina.
No final, ficou a recordação de um autógrafo muito especial para quem tinha um livro do autor e muitas, muitas fotografias de que deixamos aqui uma pequenina amostra deste dia em que Pedro Seromenho passou pela Várzea.

Ora vejam!