quarta-feira, 10 de junho de 2026

Projeto “Redescobrir o Mar” mobiliza alunos da Várzea para a literacia do oceano

A Escola Básica da Várzea de Sintra juntou-se ao projeto nacional Redescobrir o Mar, envolvendo crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo em atividades dedicadas à literacia do oceano, à sustentabilidade marinha e à valorização das profissões ligadas ao mar. Os alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo da Escola Básica da Várzea de Sintra participaram no projeto Redescobrir o Mar, no âmbito do desafio nacional lançado às escolas para assinalar a Semana Nacional do Mar. A iniciativa, promovida pela Forum Estudante, pela FLAD – Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e pela Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, procurou sensibilizar os mais novos para o valor estratégico do oceano, da Economia Azul e das profissões ligadas ao mar. Num país com uma ligação histórica e geográfica profunda ao oceano, o mar assume um papel decisivo no plano ambiental, económico, científico e social. Apesar dessa proximidade, vários estudos e a experiência em contexto escolar mostram que muitos jovens ainda revelam um conhecimento limitado sobre a importância do mar e os desafios que enfrenta, o que reforça a necessidade de promover a literacia do oceano desde os primeiros anos de escolaridade. Aproveitando o simbolismo do Dia Europeu do Mar, assinalado a 20 de maio, da Semana Nacional do Mar, que decorreu entre 18 e 22 de maio, e do Dia Mundial dos Oceanos, celebrado a 8 de junho, a biblioteca escolar dinamizou, entre 14 de maio e 8 de junho, as Semanas do Mar. A iniciativa incluiu uma exposição de lixo marinho recolhido pela professora bibliotecária, no seu testemunho enquanto beachcomber, um webinar promovido pelo Oceanário sobre as tartarugas marinhas de São Tomé, bem como vários jogos e dinâmicas de cidadania ambiental inspirados na literacia do oceano. As atividades foram apoiadas pelo kit pedagógico desenvolvido pela Forum Estudante e pela ESTM, a par de outros materiais criados pela própria biblioteca. Com esta participação, a Escola Básica da Várzea de Sintra vai receber a distinção “Mar+” e um certificado de participação, reconhecimento que assinala o envolvimento da comunidade escolar na promoção da consciência ambiental e da literacia do oceano.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Alunos da Várzea levam “Rap do Homem-Cão” à Gulbenkian na festa “Miúdos a Votos”

Os alunos do 4.º ano da Escola Básica da Várzea participaram, a 28 de maio, na festa Miúdos a Votos, na Fundação Gulbenkian, onde apresentaram em palco o Rap do Homem-Cão e integraram oficinas de ilustração e teatro no âmbito da promoção da leitura.
No dia 28 de maio, os alunos do 4.º ano da Escola Básica da Várzea deslocaram-se à Fundação Gulbenkian, em Lisboa, para participar na festa Miúdos a Votos. Além de apresentarem uma das ações de campanha desenvolvidas no âmbito da iniciativa, os alunos participaram em duas oficinas educativas: uma de ilustração com papel, sem recurso a instrumentos de corte além das mãos, e outra de teatro, a partir da adaptação da obra O Lápis Mágico de Malala. No âmbito da campanha a favor do livro Homem-Cão, de Dav Pilkey, um grupo de alunos destas turmas criou um rap original, posteriormente apresentado em palco perante uma plateia composta por outros participantes envolvidos nas várias ações de campanha desenvolvidas entre fevereiro e março. Os restantes alunos das duas turmas acompanharam a apresentação com entusiasmo, tal como as professoras Anabela Marques e Raquel Ferreira, a assistente operacional Sílvia Coelho e três encarregados de educação que integraram a comitiva. Depois dos ensaios realizados durante a manhã, os alunos subiram ao palco para interpretar e coreografar o Rap do Homem-Cão, numa atuação muito aplaudida pelo público presente. No final, os participantes receberam um prémio de participação, que assinalou o envolvimento dos alunos na iniciativa. A deslocação constituiu também uma oportunidade para muitas crianças viverem a experiência de viajar de comboio até Lisboa, incluindo o regresso em hora de ponta, num momento que contribuiu igualmente para a sua autonomia e vivência do espaço urbano.