segunda-feira, 21 de maio de 2018

A Rainha do Norte

A Rainha do Norte, de Joana Estrela, veio até Sintra encantar os alunos do Núcleo de Consolidação II e, subrepticiamente, falar-lhes de Portugal na Europa, no passado e no presente: os países do Norte, o reino dos Algarves a Sul, os Mouros vindos de África e os cristãos que avançaram do Norte para o Sul do país. Depois, com uma Ficha de Leitura analisaram-se os aspetos paratextuais e expressaram-se opiniões e dotes artísticos. A animação da leitura e o apoio ao currículo cruzaram-se desta forma bem disfarçada.


sexta-feira, 18 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Dia de aulas ao ar livre na Quinta da Ribafria

No âmbito de uma parceria com o Movimento Bloom, a EB1 da Várzea não quis deixar de se juntar à iniciativa da comemoração do Dia Internacional de Aulas ao Ar Livre.
De armas e bagagens, isto é, com material adequado a aulas ao ar livre e piquenique na sacola, professores e alunos viveram intensamente a experiência destas aulas a céu aberto em perfeita comunhão com a Natureza. Explorações, brincadeiras com terra, caça ao tesouro, jogos de pista, jogos em inglês, atividades desportivas e até uma biblioteca de jardim - foi um dia diferente a repetir!

terça-feira, 15 de maio de 2018

O Jardim de Babaï e os tecelões de simetrias

Dos persas do senhor Gulbenkian para a história de Babaï, o cordeirinho solitário que construiu um jardim nas montanhas desertas do Irão - tal foi o desafio acrobático que a biblioteca lançou às crianças da sala 3 do Jardim de Infância da Várzea, à semelhança do que já fizera com o 3.º ano.  Partimos da leitura exploratória, em que as crianças mobilizaram saberes sobre a germinação de plantas e a classificação dos animais quanto ao tipo de alimentação, para o objetivo fulcral da atividade - a composição de simetrias. Convidadas a compor o jardim de Babaï num duplo cartaz, as crianças aplicaram o princípio da simetria em plantas e animais da história dando corpo a um tapete "persa" à semelhança do que é representado na obra de Mandana Sadat. O medalhão  ficou a cargo dos dotes artísticos das crianças que desenharam Babaï, o cordeirinho que realizou o desejo de ter um jardim. O melhor desenho ocupou o lugar central no tapete. Mais tarde, as artes da Educadora Rita Sousa deram o toque final: uma cercadura de flores, primorosamente "plantadas" por todas as crianças, emoldurou o jardim de Babaï. Valiosíssimo, este tapete!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Monitores da BEVS

Com a abertura da biblioteca,  muitos foram os que se inscreveram para serem Monitores de Biblioteca. Foram realizadas duas sessões de formação  ( 3 e 10 de maio) e cada candidato a monitor recebeu um manual com instruções sobre as suas funções e deveres. Atualmente, são 25 os monitores da BEVS, com funções repartidas entre os registos, a arrumação e a animação e estão todos de parabéns pela rapidez com que aprenderam a sua função e o empenho com que ajudam ao funcionamento e dinamização da biblioteca.

Para os futuros monitores, aqui fica um excerto do Manual do Monitor:

      Funções de um monitor

  • ·       Atender todos os utilizadores com boa educação.
  • ·       Colaborar no registo de utilização da Biblioteca;
  • ·       Explicar aos utilizadores a forma de organização da Biblioteca;
  • ·       Chamar a atenção dos colegas para o cumprimento das regras da biblioteca;
  • ·       Dar apoio aos utilizadores na localização dos recursos de que necessitam;
  • ·       Dar apoio aos colegas na realização de trabalhos;
  • ·       Colaborar na planificação e realização de atividades da Biblioteca;
  • ·       Dar sugestões sobre o funcionamento da Biblioteca e sobre aquisição de documentos; 
  • ·       Zelar pela conservação dos espaços e dos materiais; 
  • ·       Colaborar na avaliação da biblioteca.


      Condições de admissão

  • ·       Ter bom comportamento.
  • ·       Ser educado/a e prestável.
  • ·       Ser responsável e autónomo e ter espírito de iniciativa.
  • ·       Cumprir o horário em que se inscreveu para colaborar com a Biblioteca Escolar.


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Formação de utilizadores da Biblioteca Escolar

Aberta a porta à utilização diária, tornou-se necessário formar os seus utilizadores. As sessões  iniciaram-se dois dias depois da abertura e todos os núcleos passaram pela biblioteca, durante duas semanas. Professores e alunos puderam tomar conhecimento da organização da coleção, bem como das regras de utilização e de requisição domiciliária ou para as aulas. Depois da explicação, por parte da professora bibliotecária, um pequeno jogo procurou testar o que ficou em memória, envolvendo professores e alunos. O guião de utilizador, distribuído aos alunos no final das sessões, teve o efeito desejado: muitos alunos vieram colorir as cores associadas às classes da Classificação Decimal Universal e muitos outros vieram simplesmente para ler na biblioteca ou levar livros para lerem em casa. Bem hajam os muitos meninos e meninas leitores que a escola da Várzea tem!

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Artemisa vence concurso de escrita criativa da Semana da Leitura

A Aventura da Bola de Cristal

Há algum tempo atrás, em Sintra, vivia uma menina chamada Alice que tinha um cão chamado Pitéu.
A Alice costumava passear o Pitéu no jardim onde se encontrava com o seu amigo Rodrigo. O Rodrigo tinha um gato chamado Alecrim. Apesar de ser um gato, ele era muito amigo do cão Pitéu.
Um dia, o Pitéu andava a brincar com o Alecrim e encontrou, no meio de um canteiro, uma coisa estranha. 
– O que trazes aí, Pitéu? – perguntou Alice. O Pitéu trazia na boca uma bola de cristal.
_ Rodrigo, anda cá ver! – exclamou Alice.
Os dois ficaram espantados a olhar a bola sem saber o que era.
– Vamos investigar! – sugeriu o Rodrigo.
– Será que é mágica? – perguntou a Alice.
– Naaa! – discordou o Rodrigo. – Deve ser de um dos vizinhos!
A Alice ficou com um ar triste e, de repente, a bola começou a brilhar.
– Rodrigo, Rodrigo! A bola está a brilhar! Está a aparecer uma cara!
Nesse momento Alice desapareceu para dentro da bola. O Rodrigo não queria acreditar.
– Como é que entraste aí dentro?! – exclamou Rodrigo.
– Não sei! – gritou Alice. Mas Rodrigo não ouviu a resposta.
Dentro da própria bola também se passava algo. Alice virou-se e gritou:
– Aaaaaaaaaahhhh!
Um homem vestido com roupa que parecia rasgada segurava numa bola de cristal.
_ Quem és tu?- perguntou Alice.
– Quem és tu? – perguntou o homem.
– Eu perguntei primeiro. – respondeu Alice.
– Está bem. Eu sou Zec, o feiticeiro. E tu?
– Eu sou a Alice, e este é o meu cão Pitéu.
– Nunca conheci um cão pitéu. É saboroso?
– Que disparate! – zangou-se Alice – Não é para comer!
– Como é que entraste aqui? – perguntou Zec.
– Não sei. Estávamos no jardim…

– Então foi isso! – Zec nem deixou Alice acabar de falar. – Foi por isso que conseguiste entrar. O meu esconderijo bola de cristal não está no sítio certo. Ele tem de estar no fim do Arco-íris.
– O quê?! O Arco-íris não tem fim! – disse Alice.
– Ai isso é que tem! É só preciso uma mangueira e o sol a brilhar. Mas como é que vamos fazer isso agora?
– Já sei! Podemos pedir ajuda ao meu amigo Rodrigo que ficou no jardim. Só temos de conseguir falar com ele. – respondeu Alice.
– Isso é fácil, é só escrever na bola de cristal.- acrescentou Zec.
Enquanto falava, Zec escrevia: “ Molha a bola de cristal com a mangueira ao sol.”
Rodrigo continuava pasmado a olhar para a bola de cristal quando começou a ver as letras a aparecerem.
Foi a correr ligar a mangueira. Quando o sol brilhou, a bola desapareceu e Alice e o Piteú apareceram no sítio da bola.
Alice contou a Rodrigo o seu encontro com o feiticeiro Zec enquanto comiam uma bola de gelado.

Artemisa Martins Teixeira
3.º BV – EB1 da Várzea de Sintra