Os dois grupos do núcleo de desenvolvimento (4º ano) participou hoje no espetáculo interativo "Poetas em Cena",levado a cabo pelo grupo de teatro Espantástico, no espaço da biblioteca da Várzea. Gil vicente, Luís de Camões e Eça de Queirós desvendaram alguma da sua história e das suas obras - uma espécie de preâmbulo ao contacto com os grandes nomes da história da literatura portuguesa. Divertida, embora com algumas nuances históricas, a representação serviu de ponto de partida para o desenvolvimento de trabalhos de projeto de alguns alunos e que vão ser realizados em articulação com a biblioteca escolar, como sejam, as biografias dos escritores e os grandes momentos dos Descobrimentos Portugueses.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Relações entre Palavras - 4.º ano
No âmbito da sua ação de apoio ao currículo, a biblioteca dinamizou uma atividade sobre palavras homónimas, homófonas e homógrafas para os alunos do núcleo de desenvolvimento (4.º ano). Os alunos puderam brincar com os sentidos, os sons e as grafias. Houve leituras e adivinhas e, no final, ainda houve tempo para um jogo de palavras.
terça-feira, 17 de abril de 2018
O jardim de Babaï e os girassóis do JI da Várzea
A biblioteca levou o Jardim de Babaï, de Mandana Sadat, até às crianças do JI da Várzea. Desde a experiência de germinação ao ciclo da predação, passando pelos animais herbívoros aos carnívoros, a história levou as crianças até ao Médio Oriente, num voo em tapete persa mágico que aterrou num campo deserto onde, em conjunto, semeámos girassóis. Experiências mágicas e tão reais!
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Ké iz tuk e ateliê dos relvinhas
Atividade adiada e mais enriquecida foi a que decorreu no dia 13 de abril com as crianças da sala 3 da EB da Várzea.
Ké iz tuk? História contada pela professora Paula Mestre, a convite da professora bibliotecária. Seguiu-se um ateliê de germinação que fez nascer tantos relvinhas quantas as crianças que frequentam aquela sala - 20 bonequinhos feitos de meia de vidro, terra e alpista. Ao envase juntou-se a arte de dar rosto a estes bonecos, com olhos e boca de feltro. Sem esquecer o momento em que, de regador na mão, as crianças regaram os seus bonecos. O resultado foi fantástico dali a uns dias!
Dia 13, afinal, foi dia de sorte para estas crianças da pré.
Ké iz tuk? História contada pela professora Paula Mestre, a convite da professora bibliotecária. Seguiu-se um ateliê de germinação que fez nascer tantos relvinhas quantas as crianças que frequentam aquela sala - 20 bonequinhos feitos de meia de vidro, terra e alpista. Ao envase juntou-se a arte de dar rosto a estes bonecos, com olhos e boca de feltro. Sem esquecer o momento em que, de regador na mão, as crianças regaram os seus bonecos. O resultado foi fantástico dali a uns dias!
Dia 13, afinal, foi dia de sorte para estas crianças da pré.
quarta-feira, 11 de abril de 2018
O jardim de Babaï volta à cena
Da visita ao Museu Gulbenkian, na sequência da parceria estabelecida pela EB da Várzea com aquela instituição, o segundo grupo do núcleo de consolidação 2 quis também explorar um pouco mais o porquê da fama dos tapetes persas.
À semelhança do que foi feito durante a semana da leitura com o 1.º grupo, na biblioteca, lemos o livro O Jardim de Babaï, de Mandana Sadat, e listámos todos os conteúdos que mereciam uma investigação mais detalhada: a localização do Irão, a topografia, fauna e flora deste país, o tipo de escrita e a história dos tapetes. Explorámos os motivos geométricos, faunísticos ou florísticos dos tapetes bem como a disposição simétrica dos mesmos e, de seguida, lançámo-nos num ateliê de composição de tapetes de faz-de-conta. Lã, fio, papel de lustro, tecido, furadores, escantilhões, texturas, lápis, canetas, colas - foram vários os materiais à disposição dos nossos tecelões. O resultado das criações foi bem diverso e colorido!
terça-feira, 10 de abril de 2018
Biblioteca da Várzea abre portas aos alunos para utilização diária
Todas as crianças que, diariamente, batiam à porta da biblioteca ou que comigo se cruzavam no recreio para perguntar "Quando é que a biblioteca está pronta, professora bibliotecária?" "Já podemos ir para a biblioteca trabalhar?" viram finalmente o seu desejo concretizado no primeiro dia de aulas do 3.º período. Mesmo com o catálogo a meio do percurso e muitas caixas de livros a aguardar a sua vez no laboratório; mesmo sem internet e sem estores, com a luz entrando a jorros e queimando as lombadas dos livros novos - a biblioteca abriu as portas aos meninos em contrato de aprendizagem ou a realizar PIT, aos leitores e aos curiosos que quiseram conhecer de perto as novidades.
Forraram-se as janelas com papel pardo, que depressa ganhou cor e vida com trabalhos das crianças. As mesas e as cadeiras que durante cinco meses só esporadicamente foram usadas em atividades de grupo, encheram-se de cadernos, livros, lápis, canetas e crianças felizes a aprender com gosto.
Devagarinho, e com a ajuda das crianças, a biblioteca vai ganhando forma como espaço educativo, na hora de aprender e na hora do lazer.
Forraram-se as janelas com papel pardo, que depressa ganhou cor e vida com trabalhos das crianças. As mesas e as cadeiras que durante cinco meses só esporadicamente foram usadas em atividades de grupo, encheram-se de cadernos, livros, lápis, canetas e crianças felizes a aprender com gosto.
Devagarinho, e com a ajuda das crianças, a biblioteca vai ganhando forma como espaço educativo, na hora de aprender e na hora do lazer.
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